Mamãs e Bebés

Direitos Parentais

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Direitos das mulheres? Não, direitos das famílias!

Na hora de contratar ou de promover uma colaboradora, é quase inevitável que um empregador pense na possibilidade de essa mulher vir a ter filhos.

Demasiadas vezes, o mundo parece querer dividir as questões de género em discussões polarizadas de elas versus eles, ficcionando uma pretensa guerra dos sexos que há muito que passou de moda. Existem várias situações em que as discrepâncias de género seriam mais facilmente ultrapassáveis (e ultrapassadas) se trouxéssemos a discussão para o plano dos direitos das famílias em vez de acharmos que estamos “apenas” perante direitos das mulheres.

Veja-se, por exemplo, o tema da parentalidade e da conciliação. Na hora de contratar ou de promover uma colaboradora, é quase inevitável que um empregador pense na possibilidade de essa mulher vir a ter filhos. E isso significa que a colaboradora terá de se ausentar durante o período expectável de uma licença. Mas se este é um cenário equacionado quanto às colaboradoras, dificilmente irá ocorrer se o colaborador for… um homem.

Ora, os homens também têm filhos. E têm direito a gozar licenças, pelo que também existe risco de ausência. No entanto, dificilmente um empregador ficará preocupado com um cenário em que um colaborador venha a ser pai. Porquê?

 

Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Sapo

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