Todos os países possuem programas de vacinação para o combate às principais doenças, podendo existir algumas variações ao nível de calendário. As vacinas protegem as crianças da difteria, tosse convulsa, tétano, poliomielite, sarampo, papeira, tubercolose (BCG) e uma estirpe Haemophilus Influenzae do tipo B(Hib).
Em geral, é preciso receber várias doses da mesma vacina para que esta seja eficaz. Outras vezes é também necessário fazer doses de reforço, nalguns casos ao longo de toda a vida.
Efeitos secundários
Após a vacina, poderão surgir alguns efeitos menos agradáveis, em geral nunca graves e de curta duração. Entre os mais comuns, destacam-se as borbulhas, a febre e o mal-estar geral. Entretanto, na zona em que o bebé leva a vacina poderá também aparecer um vermelhão, inchaço e eventualmente alguma dor.
Finalmente, entre as doses da vacina, e porque ela ainda não está completa, a doença poderá ocorrer, de forma muito ligeira e durante um curto período de tempo.
Quando não se pode vacinar
A ocorrência de determinadas situações pode levar a que as vacinas sejam adiadas ou mesmo anuladas. É o caso do aparecimento de uma doença aguda com febre, de alergias a ovos, de uma reacção forte a outra vacina ou anteriores crises de convulsões. Nestes casos, dever-se-á comunicar a situação ao médico, assim como quando se está a fazer algum tratamento de quimioterapia ou radioterapia, a tomar doses elevadas de esteróides ou se é portador de HIV.
Já pequenas constipações, asma e alergias, tosse ou a toma de antibióticos em princípio não interferirão na calendarização das vacinas, desde que o bebé se sinta bem. De qualquer forma, é sempre aconselhável falar com o médico.